terça-feira, agosto 25, 2015

Tira o Tubo

Em 1966 Emil Farhat cunhou o apelido “País dos Coitadinhos” para o Brasil. Com a subida ao poder desses lulopetistas esquerdopatas nunca o apelido foi mais adequado. País das quotas para os incompetentes, do assistencialismo e do BolsaTudo vitalício e agora quintal dos bolivarianos que dependem da continuação das verbas do BNDES. 

E como “grand finale”, para ajudar no butim, depois de sermos ameaçados pelas tropas do Foro de São Paulo, instalamos o Hamas no centro do poder. Que beleza!!! 

Como dizia um personagem do humorista vendido: Tira o tubo!!! 

Gostaria de entender que tipo de análise foi, eventualmente, realizada por este governo ao doar um terreno e fornecer autorização para a instalação de uma embaixada do Estado Palestino dominado por uma organização como o Hamas. Esta embaixada, segundo li a primeira dos Palestinos da América Latina, está praticamente ficando pronta e em breve teremos, em Brasília, próximo ao Congresso, um bunker do Hamas. Tenho a certeza que essa gente não tem a menor ideia do que estão proporcionando ao Hamas. Chega a ser surreal.

quarta-feira, julho 22, 2015

Opção Continuum: O Sequestro do Profeta


Já à venda na Amazon nosso livro:
Opção Continuum: O Sequestro do Profeta
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Sinopse:

Daniel Seaward marchand de artes e estudioso de história preocupado com a situação política mundial, especificamente, com o avanço do Estado Islâmico, imagina um projeto no qual ele e um amigo de juventude, habilidoso na projeção astral, viajariam no tempo, não pelas leis da física, mas pela projeção fora do corpo, pretendendo sequestrar Maomé e com isso evitar o surgimento do islamismo no mundo.

Depois de dissuadido por consciências extrafísicas evoluídas, que lhe provam ser impossível interagir com o passado e demostram, através de uma profunda e lógica análise histórica, que o Islã não é o problema visto que as mesmas tensões existiriam em um mundo sem o Islã, ele desiste da inatingível viagem no tempo e rearranja o seu projeto para revelar ao mundo, ajudado por seus amigos extrafísicos, este ambiente complexo da conscienciologia que independe de qualquer crença religiosa, visando provocar a diminuição do fanatismo religioso. Mas isto ocorre depois de sofrer graves riscos devido a uma tentativa de ataque perpetrada por um radical islâmico militante do ISIS enviado ao Rio de Janeiro para eliminá-lo a partir de uma instrução transmitida ao grupo islâmico por uma consciência extrafísica sabedora apenas de seu intuito inicial de sequestrar o profeta.

A trama mistura História, amizade, suspense e crise internacional, envolvendo o Brasil, os EUA e os radicais do Estado Islâmico, quando um jhadista islâmico é preso no Rio de Janeiro sem que as autoridades policiais brasileiras possam atinar o porquê da escolha de seu alvo.

Daniel então engendra um complexo esquema de troca de prisioneiros que inclui jornalistas americanos presos pelo grupo Estado Islâmico em troca do prisioneiro islâmico no Brasil em contrapartida exige uma seção midiática de esclarecimentos ao mundo sobre o ocorrido e cujo objetivo é combater toda sorte de fanatismo religioso. Os resultados são surpreendentes.

domingo, junho 21, 2015

Bolivarianismo

Recentemente no Congresso do PT viu-se um jovem, de algum segmento petista, defendendo ardorosamente o movimento Bolivariano. É muito provável que sequer sabe do que se trata e nunca leu sobre o ideário de Bolívar, sem dúvidas um grande chefe militar e merecedor do título de Libertador, mas que em termos de teoria política nunca foi muito claro e tinha um pensamento nebuloso em relação à democracia, como era normal naqueles tempos.

Bolivarianismo seria algo honesto se puramente transmitisse algumas das boas propostas de Bolívar tais o governo promover a educação pública gratuita e obrigatória, o repúdio à intromissão estrangeira nas nações americanas e à dominação estrangeira e a integração energética, econômica e política dos países da América Latina e não fosse, como realmente é, nada mais do que culto à personalidade transvestido de movimento político.

Veja na imagem algumas das ideias do ideário de Bolívar que claro, jamais foram aprovadas (clique para aumentar).

sábado, abril 18, 2015

Programas Sociais Mal Aplicados, Segurança e Enfraquecimento Nacional


Recentemente (setembro de 2014) dois generais americanos, altamente condecorados, General aposentado da Força Aérea Americana Tenente-general Thomas McInerney e o General de Exército Paul Vallely aventararm em entrevista de quase uma hora no TRUNEWS que as forças armadas americana poderiam remover do poder, constitucionalmente, o presidente Barak Obama, por inépcia e incompetência, que segundo estes militares, estaria comprometendo a segurança do povo americano.

Quem quiser ouvir a entrevista (em inglês - 40 minutos) pode assistir neste link: 

 http://migre.me/pwE1L

Ou seja, lá na maior potência mundial falar-se em impeachment ou intervenção militar constitucional não é considerado golpismo e sim, eventualmente, patriotismo.

O que pretendo enfatizar neste texto não é sequer a questão da intervenção militar ou impeachment, mas as distorções em programas sociais, desprivilegiando a meritocracia, que levam ao enfraquecimento da nação, no caso dos EUA em escala mundial e no nosso caso, especificamente, na segurança pública.

O que os generais procuram explicar é que a preocupação exagerada com programas sociais, uma tradição não estabelecida nos EUA, um país em que o mérito é recompensado, vem drenando recursos fundamentais para segurança nacional colocando em risco o povo americano e consequentemente todo o mundo ocidental, pois queiramos ou não os EUA desde há muitos anos assumiram o papel de polícia do mundo livre e não podem se ausentar desta função inesperadamente, mesmo que seus governantes da hora decidam por isso.

A inépcia na política exterior americana desde os erros de uma invasão no Iraque decidida por ameaças fictíias de armas de destruição em massa até a retirada das tropas motivadas, equivocadamente, por aderências do atual governo à pesquisas de opinião internas, criaram as condições para o surgimento do estado islâmico (IL), que coloca em risco toda a segurança do mundo livre.

Esses erros levarão fatalmente muito em breve ao retorno de tropas americanas em solo iraquianio e sírio para conter o IL em um movimento que será muito mais complexo e com estratégia militares seguramente bem diferentes das de 2003.

No nosso pequeno mundinho, as mesmas distorções com aplicações inadequadas de políticas de direitos humanos por aproveitadores políticos de plantão deixaram toda a nossa população à mercê de grupos armados criminosos. Quantos problemas sociais poderiam ser evitados se verbas fossem adequadamente alocadas à proteção de nossas fronteiras, evitando o contrabando de armas pesadas que chegam aos traficantes nas grades metrópoles em vez de aplicar esta soma considerável de dinheiro em programas sociais mal gerenciados, eleitoreiros e susceptíveis a todo tipo de fraudes que agora, no ajuste fiscal de 2015, o governo pretende corrigir retirando parte destes direitos.

quarta-feira, março 11, 2015

Carta Aberta Ao Ministro Toffoli

Ministro, não tenho certeza se este texto chegará a V,Exa., na verdade, provavelmente não chegará, a menos de que alguns dos meus mais de 300 seguidores e quem sabe, alguém dentro do número maior de seguidores destes seguidores, tenha algum acesso que permita que este texto alcance V.Exa.

Embora não seja operador do Direito, sou uma pessoa que se considera cercada de advogados por todos os lados e em função disto e de acompanhar as carreiras de familiares sempre encarei o Supremo Tribunal Federal como um ápice de uma vida jurídica. STF o Monte Olimpo onde se encontram pessoas dotadas de conhecimento notório sobre o arcabouço jurídico brasileiro apesar de ser obrigado a confessar que na ocasião de sua nomeação fique bastante surpreso, visto que suas qualificações não somavam nem de longe os requisitos mínimos para o cargo.

Mas esqueçamos do fato de que V.Exa. não ter alcançado academicamente os pináculos do conhecimento jurídico e concentremo-nos em outro aspecto, tão ou mais importante. Aquele que mostra sem sombras de dúvidas, que V.Exa., notório membro e advogado do Partido dos Trabalhadores é totalmente suspeito para participar em julgamentos que envolvam autoridades ou políticos daquele partido como réus. No entanto, desde o julgamento da AP470, V.Exa., não tem demonstrado o menor pudor em relação a esta questão, ao não se autodenominar suspeito para participar daquele julgamento, passando à população uma ideia de deboche das nossas instituições. Aliás, acusa-se bastante o Partido dos Trabalhadores, algo que não posso acreditar, de possuir uma estratégia que, exatamente, visa desestabilizar as instituições brasileiras para facilitar seu projeto de poder.

E agora, V.Exa., despudoradamente, usa do mesmo expediente, solicitando para trocar de Câmara e assim ser o Ministro responsável pelo julgamento dos futuros réus da operação Lava-Jato, apressando-se em aceitar uma solução sugerida pelo seu colega Gilmar Mendes para resolver a questão da falta de nomeação de um novo ministro pela presidente Dilma, O comportamento ético esperado de um Ministro do Supremo, obviamente, lhe veda o uso deste expediente e seria algo ainda mais escabroso se a proposta do Ministro Gilmar tivesse, exatamente, essa finalidade.

Eu fico verdadeiramente pasmo. Quanta desfaçatez, a que ponto V.Exa. chegou. Isto é uma tapa na cara da sociedade, mas parece que o ministro. não consegue enxergar isso, o que corrobora a sua completa inadequação para este relevante cargo na República. Pior, no dia seguinte desta sua decisão, V.Exa, é recebido, em agenda alterada, pela presidente Dilma. Qual a mensagem que é enviada para a sociedade sobre a lisura do STF. Será que V.Exa, se importa?

Ministro Toffoli, reflita bem nas consequências desta sua nova atitude e apelando, quem sabe, para um possível resquício de republicanismo em seu currículo, peço que volte atrás nesta decisão e salve, embora que parcialmente, sua história.

sábado, março 07, 2015

Antares e o PMDB

Diante da nossa finitude e pouco tamanho diante do Universo me reporto a uma conversa que tive com um dos meus netos (o mais velho, quase 10 anos) em que expliquei para ele que a estrela Antares é tão grande que não passaria (se fosse possível movê-la) entre o Sol e a Terra. Na verdade, se fosse colocada no centro de nosso sistema solar sua extremidade rondaria entre as órbitas de Marte e Júpiter.

Percebi como meu neto ficou impressionado e pensei como ainda terá oportunidades, infelizmente, para se impressionar e principalmente se decepcionar com tudo que acontece nestes dias neste país e que, certamente, terá grandes repercussões para a sua vida que ainda se inicia.

A imagem procura mostrar a comparação entre Antares e o nosso minúsculo Sol.

Será que Renan Calheiros, Eduardo Cunha e Cia que agora querem atacar o MPF, se julgam maiores que Antares?

Qual será o grau na escala que classifica as repúblicas de bananas que atingimos?

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Presidente, Presidenta ou Presidanta


Desde que assumiu a presidência da república a Presidente Dilma Rousseff instituiu um novo vocábulo no vernáculo: Presidenta

A partir dai instalou-se uma polêmica sobre a existência ou não do termo. Alguns gramáticos, mais adeptos da evolução constante da língua, alguns deles diplomando erros crassos em livros escolares, aceitam o termo alegando que ele já existe, timidamente, desde o século 19 e que a língua é viva e sendo assim como a palavra foi reivindicada, no caso pela presidente Dilma, ela pode ser usada. Alegam que outras palavras como estudante, atacante não foram reivindicadas para o uso e por isso não são usadas.

O fato de a língua ser um mecanismo vivo, evolutivo, não nos dá o direito de criar ou sacramentar erros. Existe uma língua culta e uma língua popular, onde algumas liberdades são consentidas.

É preciso lembrar que a palavra presidente é particípio ativo do verbo presidir; presidente é quele que preside. Se assim não fosse teríamos que ter estudanta, atacanta, visitanta.


Um bom exemplo do erro grosseiro seria: A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta.


Portanto, discordamos de Pasquale Neto quando ele afirma que: "Se ela disser que quer ser chamada de "presidenta", que seja feita a sua vontade - por que não?"

Afinal, quem é ela: Rainha Dilma?

Por outro lado, querer transformar esta escolha uma homenagem à mulher brasileira, como parece ter sido a intenção de Dilma ou classificar aqueles que discordam do termo como machistas é uma enorme bobagem.

sexta-feira, janeiro 23, 2015

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quinta-feira, dezembro 11, 2014

Cai a Máscara da Comissão Nacional da Verdade (CNV)

Ontem, com pompa e circunstância com direito a lágrimas de crocodila (como não existe presidenta posso usar crocodila também) a nefanda Comissão Nacional da Verdade, ou meias verdades, presidida e conduzida com total parcialidade e incompetência, apresentou seu relatório final supostamente contendo verdades, mas que na realidade usa meias informações para, entre algumas confirmações de quebra de direitos humanos que sabemos ocorreram de ambos os lados embora só se enxergue um deles, também manchar a honra de militares com extensa folha de serviços ao país, que por irresponsabilidade na análise das informações coletadas foram, injustificadamente, rotulados pela simples circunstância, de por alguma razão, estarem próximos aos fatos.

Causa enorme perplexidade e indignação de como se atira no lixo, décadas de serviço sério e honesto, sem sequer convocarem as pessoas para dar quaisquer explicações ou depor.

É o caso por exemplo do Almirante Julio Saboya que foi fui rotulado como "tendo participação em casos de tortura, cuja execução acompanhava", afirmação feita a partir de dados completamente errados e inverídicos; a CNV teve acesso aos dados de carreira do Almirante (caderneta-registro) disponibilizado pela Marinha, mas não se preocupou, sequer, em verificá-los corretamente.

O relatório afirma que o oficial serviu na Ilha das Flores por dois anos - 1969 e 1970 - como Capitão-de-Corveta ; ele não serviu na Ilha das Flores e sim fora destacado do seu navio, CT Paraná, como 1º Tenente (com menos de 3 anos de formado), para auxiliar a realização de um IPM na Ilha das Flores, por cerca de dois meses, no primeiro semestre de 1969, retornando ao seu navio após o término do meu trabalho. Tudo consta dos assentamentos enviados à CNV. Quem conhece um pouco da vida militar sabe que oficiais modernos (novos) são destacados para atividades burocráticas como esta.

O citado oficial nunca acompanhou interrogatórios investigativos, realizados, eventualmente, por agentes externos, era apenas responsável pelos documentos formais do IPM, que apurava assaltos a bancos e atividades subversivas, sempre com escreventes e com os depoimentos lavrados e assinados. A verdade foi deturpada por quem deveria tê-la como principal objetivo.

Este é o tipo de trabalho que foi entregue à Presidente e que a fez chegar às lágrimas.

Uma Comissão que nitidamente enxerga apenas um dos lados, como se aqueles que pretensamente lutavam pela democracia, o que sabemos nunca foi o objetivo real, não tivessem, assaltado, assassinado e torturado, como meio de obter informações dos movimentos das forças de repressão da época. Infelizmente, a tortura é um traço do caráter humano existente em uma classe de seres humanos inferiores, que não se abstém de fazer uso dela quando estão no poder. Ela está por ai, em vários lugares do mundo, ainda hoje no século 21.

Como se expressou Reinaldo de Azevedo hoje:"De maneira indecorosa, a comissão ignorou os assassinados por grupos terroristas: há pelo menos 121. Não! Esses cadáveres não contam. Não devem entrar na categoria de carne humana. Também os atos violentos dos grupos terroristas foram banidos da verdade. A Comissão Nacional da Verdade quer nos fazer crer que só agentes do estado praticaram violência; que não houve terrorismo no Brasil; que as pessoas assassinadas pelos terroristas não eram humanas; que a emenda que convocou a Constituinte não foi aprovada por um Congresso soberano."

Não temos dúvidas que com as informações que começam a aparecer sobre o conteúdo do Relatório Final da CNV, vão surgir ações judiciais visando solicitar ao Presidente desta Comissão explicações de como presidiu as investigações sem tomar os cuidados necessários, pois quem decide liberar um relatório importante como este, que mexe com a vida e a reputação das pessoas, sem ouvir a outra parte não pode ser considerado justo nem verdadeiro

sexta-feira, dezembro 05, 2014

Liberdade do Medo, da Série Mulheres Sempre Grandes na História

Aung San Suu Kyi, Prêmio Nobel da Paz de 1991, reconhecida internacionalmente pela sua luta contra a tirania, por liberdade e dignidade é um exemplo vivo de luta pelos direitos humanos não só para seu povo na Birmânia (Myanmar) como para toda humanidade.

Suu Kyi recebeu além do Nobel da Paz em 1991, o Prêmio Rafto e o Prêmio Sakharov pela Liberdade de Pensamento em 1990. Em 1992 ela foi agraciada com o Jawaharlal Nehru Award for International Understanding pelo governo da Índia. Em 2007 o governo do Canadá transformou-a em cidadã honorária daquele país, a quarta pessoa a receber esta honra. Em 2001 foi agraciada com a Wallenberg Medal. Em 19 de setembro de 2012, Aung San Suu Kyi foi também contemplada com a Congressional Gold Medal, que juntamente com Presidential Medal a maior condecoração civil nos Estados Unidos.

Filha do grande herói nacionalista da Birmânia, Aung San, vivendo um boa parte da sua vida fora da Birmânia, visto que casada com um inglês, nunca desprezou sua identidade birmanesa e quando o destino lhe apresentou a ocasião não abandonou seus país, seu povo e a busca pela liberdade.

Retornando à Birmânia em 1988 por ocasião da doença de sua mãe, jamais deixaria a Birmânia novamente, convocada pelo povo de seu país para liderar a luta em prol da liberdade no país, oprimido por uma feroz junta militar desde um golpe de 1962. A Junta Militar tentava quebrantar seu espírito, separando-a dos familiares na Europa e oferecendo a falsa liberdade de deixar o pais para se juntar a eles. Ela estava, perfeitamente, ciente de que se o fizesse, jamais obteria autorização para regressar.

Desde o golpe de 1962 e até 2010, Myanmar foi governado por um regime militar estrito, com o nome "Conselho de Estado para a Paz e o Desenvolvimento". Apesar de algumas reformas, e a teórica instalação de um governo civil, em 2010, a Constituição ainda mantém o poder dos militares. O atual chefe de Estado é o presidente do Conselho, General Than Shwe. A maioria dos postos do gabinete é ocupada por oficiais militares. . Os principais partidos do país são a Liga Nacional pela Democracia e a Liga das Nacionalidades Shans pela Democracia, embora suas atividades sejam fortemente reguladas e mesmo suprimidas pelo regime militar que, ademais, proibiu o funcionamento de diversos partidos e organizações políticas.

Várias organizações de direitos humanos, inclusive a Human Rights Watch e a Anistia Internacional, relatam casos de abusos do governo militar contra os direitos humanos e afirmam que não há poder judiciário independente no país . Há relatos de trabalhos forçados, tráfico de pessoas e trabalho infantil , e o governo é conhecido por usar a violência sexual como instrumento de controle.

As eleições parlamentares de 1990 foram as primeiras em 30 anos, na qual a Liga Nacional pela Democracia, chefiada por Aung San Suu Kyi, recebeu mais de 60% dos votos e mais de 80% dos assentos na Assembleia. Entretanto, o regime militar anulou o resultado do pleito. Aung San Suu Kyi, que ganhou reconhecimento internacional como ativista pela democracia em seu país e recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1991, tem sido mantida em prisão domiciliar.

Os representantes eleitos em 1990 formaram o Governo Nacional de Coalizão da União de Myanmar, um governo-no-exílio que é considerado ilegal pelo regime militar .

No entanto, ele esteve detida em prisão domiciliar por 15 dos 21 anos desde 20 de julho de 1989 até recentemente em 13 de novembro de 2010, tornando-se um dos mais proeminentes prisioneiro políticos do mundo.

Em 1 de Abril de 2012, seu partido a Liga Nacional Pela Democracia anunciou que ela tinha sido eleita deputada (Pyithu Hluttaw) no Parlamento Birmanês, representando os constituintes de kawmu, seu partido ganhou 43 das 45 vagas na casa baixa. Os resultados das eleições foram confirmados pela comissão oficial eleitoral no dia seguinte.

Em 6 de junho de 2013, Suu Kyi anunciou ao Forum Econômico Mundial de que concorreria para a presidência de Myanmar nas eleições de 2015. Suu Kyi é proibida de acordo com a constituição, entretanto, de se tornar presidente e isto não pode ser emendado sem, pelo menos, um legislador militar.

Em 2014, ela foi listada pela Forbes como a 61ª mulher mais influente no mundo.

Inicialmente Publicado em Conversando Sobre História