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sexta-feira, fevereiro 22, 2013

A Absurda Teoria Queer

Os meios acadêmicos homossexuais elaboraram uma estranha teoria, supostamente, com o intuito de ajudar na justa inserção dos direitos igualitários, mas extrapolaram em termos de apelação acadêmica e até vão de encontro, antagonicamente, aos movimentos LGBT, que a não ser talvez através das lideranças, pouco tem acesso a toda essa intelectualidade.

Em novo artigo da MPHP.


Leia A Absurda Teoria Queer. 


Na Foto: Richard Miskolci. um dos intelectuais brasileiros da Teoria Queer.

quinta-feira, outubro 27, 2011

Preconceito Mata

Acompanho bastante as discussões sobre homofobia e casamento entre pessoas do mesmo sexo, que se desenvolvem, atualmente, em nossa sociedade.

Tenho a consciência e a certeza (eu acho) que não sou homofóbico e me sustento para afirmar isso em alguns fatos concretos.

Além de ter um ou dois amigos homossexuais, o fato de artistas e cientistas se declararem ser homossexuais não retira a minha admiração por eles. Assim, Somerset Maugham é meu autor preferido ao ponto de prezar sua escrita, de tal forma, que não me permito lê-lo a não ser na forma original. Não por pedantismo ou qualquer outra atitude elitista, mas por considerar que Maugham é um daqueles artistas da literatura que não merecem ser lidos em traduções que não o merecem.

Exemplificando no lado da ciência, me revolta enormemente a morte trágica de Alan Turing, em 1954, que acabou não resistindo á pressão social na Inglaterra dos anos 50 e se suicidou aos 41 anos privando a humanidade de sua genialidade que poderia ainda ser compartilhada por todos nós se sua vida e seu trabalho não tivessem sido interrompidos tão prematuramente.

Turing criou o teste que até hoje nenhum computador ainda passou, mas que devem ultrapassar, espera-se, ao redor da década de 40 desse século, quando então entraremos no que os matemáticos e cientistas denominam de Singularidade Tecnológica. Além disso contribuiu enormemente com os aliados durante a 2ª Guerra Mundial ao decifrar o código cifrado ENIGMA. das comunicações entre os U-Boats alemães.

Apesar de para mim esse meu comportamento relatado acima em relação aos homossexuais me autoriza a não me enquadrar como homofóbico, não consigo ainda aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Eu digo ainda, pois estou elaborando racionalmente essa questão.

A minha oposição não se pauta em qualquer crença religiosa, pois não as tenho, mas por pura compatibilidade com a natureza. Enxergo a relação homossexual como regulada, excessivamente, pelo prazer hedonístico, diferentemente, da relação heterossexual na qual a criação dos filhos confere um maior equilíbrio entre o puro prazer sexual na relação e a construção de uma vida companheira a dois que envolve a formação de outros seres humanos.

Alguns levantarão contra essa meu argumento que a ideia do casamento entre pessoas do mesmo sexo viria exatamente trazer o equilíbrio com a possibilidade de não só regular questões de direito civil, mas também permitir a adoção de crianças e a constituição de uma família à semelhança da relação heterossexual.

É exatamente esse ponto que não está claro na minha cabeça. Não consigo ver normalidade em uma criança crescer com dois pais sem uma mãe ou com duas mães sem um pai. O argumento que isso é melhor do que crianças abandonadas em asilos ou nas ruas, ainda não me convence. Que tipo de pessoas estaremos forjando sob esse ambiente. Ninguém pode responder isso levando em conta uma larga escala, casos isolados não são suficientes para nos dar uma ideia do que estamos fazendo com a sociedade do futuro.

Por outro lado, acho que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é uma corrente crescente e que vai atropelar a sociedade independente de ainda existirem resistências. O importante é que continuemos discutindo essa questão para que pessoas como eu venham talvez um dia a ceder aos argumentos em favor desse movimento que me parece inexorável e formemos uma sociedade harmoniosa com boa convivência entre todos.

sexta-feira, maio 20, 2011

Transformando Liberdade em Libertinagem



Não sou religioso, muito pelo contrário, e portanto, o Deputado Jean Wyllys, eleito por essa nefasta lei eleitoral, não pode me acusar de fundamentalista como faz com todos que se colocam contra essa aberração do PL 122.

Evidentemente, condeno toda a violência contra homossexuais, que aliás se valem de uma estatística falaciosa quando revelam os números dessa violência, mas ao mesmo tempo sou, absolutamente, contra o PL 122 e tudo o que se tem tentado fazer no MEC a respeito dessa dita causa gay.

Acho que cada um tem a livre escolha da opção sexual, mas isso não dá direito de transformar essa opção em meio de vida a ser proposto para o resto da sociedade. Do jeito que os acontecimentos sugerem, em breve o constrangimento será dos casais heterossexuais, que segundo o censo de 2010 do IBGE, correspondem a 99,85% dos casais brasileiros.

É um verdadeiro absurdo que uma minoria como essa (0,15%) esteja tentando impor seus valores ao restante da população, sob o olhar complacente dessa maioria. Isso só se explica pela enorme concentração de gays nos meios de comunicação, fato que certamente ajuda a criar essa distorção.

Essa complacência vai permitir novos saltos. As declarações públicas de um dos mais importantes líderes do Movimento Gay, o Sr. Luiz Mott, são estarrecedoras. Ele afirma, nas entrelinhas, que o próximo passo do movimento será pela descriminalização da pedofilia. Julio Severo mostrou isso com documentos. Acessem o seu Blog e leiam. São palavras do próprio ativista, que devia estar na prisão e não sendo homenageado em programas de televisão como o do Jô Soares, outro propagandista da causa gay.

Homossexuais têm o direito garantido pela Constituição Federal de liberdade e proteção contra a violência e não precisam, como uma casta privilegiada, de leis específicas. Se assim for teríamos que ter leis específicas para tratar de preconceitos contra gordos, magros, feios e assim por diante.

A sociedade brasileira precisa acordar e pensar bem nos rumos que deseja imprimir a seus costumes parando de importar ideias bem aplicadas no mundo desenvolvido e distorcê-las ao aplicar no Brasil. Somos mestres em transformar liberdade em libertinagem.


domingo, maio 15, 2011

Homofobia: Estatísticas Falaciosas



Minha posição conta o PL 122 é totalmente contrária, não em função de qualquer argumento religioso, mas por razões que vão muito além disso.

Trata-se da criação de uma casta intocável. As estatísticas do Movimento Gay sobre violência são falaciosas. Apenas 1% das milhares de mortes violentas no Brasil são relacionadas a homossexuais.

E os outros 99%, que merecem tanto ou mais atenção, em função da quantidade?

O fato é que quando a polícia identifica uma morte violenta de homossexual esta vai, imediatamente, para as estatísticas, porque dá IBOPE, enquanto as mortes dos outros 99% passam despercebidas.

A lei da homofobia cria uma casta de privilegiados intocáveis e associar-se o preconceito, que é uma situação a ser combatida, ao crime de racismo é uma aberração.

O Sr Luiz Mott, o líder homossexual que gerou e está na condução de toda essa movimentação, é um estratégico e a sociedade brasileira está caindo na onda dele. Leiam o Blog de Julio Severo para saber quem é esse homem. Lá, você vai encontrar que ele, praticamente, se declara um pedófilo e que depois do PL 122 lutará, estrategicamente, para descriminalizar no Brasil o crime de pedofilia. Julio Severo mostrou isso com documentos. Acessem o Blog e leiam. São palavras dele mesmo, que devia estar na prisão e não sendo homenageado em programas de televisão como o do Jô Soares, outro propagandista da causa gay.

Sou, absolutamente, contra a violência a homossexuais, mas absolutamente contra essa lei e contra o Kitgay do MEC, pois ao mesmo tempo que respeito a liberdade sexual não posso concordar com o incentivo à prática homossexual dos nossos jovens nas escolas públicas.

Se assim for tenho que parafrasear o que, supostamente, Bertrand Russell, teria afirmado: Na minha infância, era proibido, na juventude tolerado, vou embora da Inglaterra (Brasil) antes que seja obrigatório.

quinta-feira, abril 14, 2011

Homofobia Não, Incentivo Também Não!


O debate sobre homofobia, realmente, está passando dos limites, conforme, brilhantemente, mostrou Beto Fera em seu Blog.

Eu teria pouco a acrescentar, mas vou mesmo assim, discutir mais alguns aspectos desse tema que nas últimas semana tem dominado a mídia.

Eu começaria explicitando o significado do termo normal: Aquilo que é segundo a norma ou padrão. Ou seja, infelizmente, o termo anormal foi, indevidamente, tornado pejorativo devido ao uso para estados mentais, escapando do seu sentido exato.

Portanto, dizer-se que o homossexualismo é uma coisa normal, porque a mídia quer, não faz sentido e não faz jus à etimologia e ao significado da palavra e isso não tem nenhuma relação com homofobia. Hoje, com os meios de comunicação, inteiramente, percolados por homossexuais, quer se passar, pela goela, a ideia de que esse é um comportamento normal. Não é, mesmo com o empenho do Jô Soares e Cia.

Embora, já seja um clichê, nunca é demais afirmar que o que deve ser debatido é o homossexualismo, não o homossexual, assim como no caso das drogas o que deve ser debatido é o uso, não o usuário.

Nesse debate existem fatos realmente surrealistas, como denominar a parada gay, de Parada do Orgulho Gay. Orgulho de quê? Só posso entender como um desabafo contra as agressões imorais e descabidas sofridas pelos gays. Outro motivo não existiria para considerar um orgulho, ser gay.

Acho que é preciso afastar um pouco a hipocrisia. Nenhum pai ou mãe, com o filho ainda na barriga da mãe, exprimiria seu orgulho prévio na eventualidade de seu filho vir a ser gay. Se vier a ser, é claro que isso não deve afetar o amor. Mas orgulho?

Estamos vivendo uma intensa ditadura do politicamente correto, na qual fica viva a frase, supostamente, atribuída a Bertrand Russell sobre o crescimento do homossexualismo: Quando eu era criança era proibido, quando adolescente permitido, vou embora da Inglaterra antes que se torne obrigatório.

O recentes estudos para um Kit anti-homofobia comprovam que em vez de combater a homofobia, parece que o Ministério da Educação pretende entrar na onda da mídia e incentivar o homossexualismo.

Portanto, assim como Beto Fera "não aguento mais esse papo de homofobia"


segunda-feira, maio 10, 2010

Homofobia, Aidsfobia: o que virá depois?


Júlio Severo

Os ativistas gays passaram anos pregando que a AIDS não é uma doença gay. Agora que a sociedade engoliu essa propaganda, finalmente um grupo gay americano aparece e diz a verdade: “A AIDS é uma doença gay!”


Se a sociedade ainda tiver dúvida de crer numa ligação AIDS e homossexualismo, as aparências são mais do que mera coincidência. Basta notar um fato óbvio: os ativistas gays brigam com unhas e dentes para estar presentes em todas as campanhas de AIDS.


Neste ano, os ativistas colaborarão com o Ministério da Saúde na campanha que será lançada, em 1º de dezembro, contra a “Aidsfobia”. Primeiro, foi a homofobia: Não se dever temer nem ter nojo do homossexualismo. Você tem nojo e repulsa de homens enfiando o pênis no ânus de outros homens? Você tem nojo de atos de homens que enfiam a mão e às vezes até o antebraço no ânus de outro para ter prazer? Você fica enojado só de pensar em homens lambendo o ânus de outros homens? Seu nojo, de acordo com a ideologia homossexual, tem nome. Chama-se homofobia.


Agora, com a ajuda do governo Lula (e parece que nessa área o governo tem ajuda de sobra), criou-se o termo Aidsfobia. Daqui a pouco, a exemplo do programa Brasil Sem Homofobia, o governo Lula poderá também ter a inspiração de lançar um programa Brasil Sem Aidsfobia.


O que é Aidsfobia? Será que é medo de pegar AIDS? Não parece ser o caso. Na verdade, Aidsfobia pode ser principalmente o medo dos ativistas gays de que a sociedade descubra que depois de décadas de campanhas nojentas de prevenção (com abundantes alegações de que a AIDS logo não seria uma doença predominante entre gays) a AIDS continua a ser o que sempre foi: uma doença comum entre os homossexuais. Assim como a sífilis e outras doenças sexuais.


Você tem medo da AIDS? Você tem medo ou nojo das práticas que aumentam e propagam a AIDS? Então você tem Aidsfobia. Você precisa ser curado desse medo. Sinta-se livre para pegar a AIDS. Ter AIDS é um privilégio e direito humano. Acolha e respeite a AIDS e as práticas que mais a propagam. Se deixar que o governo Lula e os ativistas gays iludam você, é assim que você poderá acabar pensando.


Nesse rumo, o que poderá vir em seguida? Pederastofobia? Você se sente revoltado com atos de pederastia (sexo entre homens e meninos)? Nem é bom pensar no resto.


Os ativistas gays, e os que apóiam suas exigências birrentas e extravagantes, têm um problema forte: eles não gostam da verdade. Aliás, se a verdade fosse uma pessoa, seria a maior vítima da intolerância, discriminação, violência e preconceito homossexual. A ideologia homossexual, que é implacável contra a verdade, prega:


AIDS e homossexualismo: nada a ver.


Pederastia e homossexualismo: nada a ver.


Se a sociedade adotar esse tipo de negação da realidade como regra, logo será comum pensar:


Alcoólatra e bebidas alcoólicas: nada a ver.


Deus e a Bíblia: nada a ver…


Entretanto, tudo o que tem começo tem fim. As maiores mentiras têm os maiores tombos. Um grupo homossexual já “saiu do armário” (ou da redoma) da ilusão homossexual para confessar o óbvio: A AIDS é uma doença gay. Nada mais verdadeiro. A AIDS nunca deixou de ser a favor do homossexualismo. A AIDS não tem problema algum com a homofobia, pois vive à vontade entre os que praticam atos homossexuais. A AIDS não tem preconceito algum contra os homossexuais. Pelo contrário, a AIDS ama os que praticam atos homossexuais.


Ninguém pode negar a predominância da AIDS entre homossexuais. Esse é o motivo do envolvimento profundo dos ativistas gays nas campanhas de AIDS. Não é por amor à sociedade. É por amor a suas próprias práticas, pois se a sociedade descobrir a verdade, poderá banir as práticas majoritariamente responsáveis pela propagação da AIDS.


Quanto à pederastia, Mark Foley, um deputado americano do Partido Republicano (geralmente meio conservador), foi denunciado como predador de menores do sexo masculino. Junto com a descoberta, veio o óbvio: uma saída forçada do armário. O deputado, assim como pediatras, padres, pastores, jornalistas e outros com a mesma inclinação, tinha interesse em rapazes — por causa de fortes impulsos homossexuais.


A semelhança aí não é mera coincidência. A realidade está falando — até mesmo gritando — para todos ouvirem. Em meio à surdez politicamente correta, a sociedade tem tanto medo da verdade que banalizou e privilegiou o homossexualismo e a AIDS. Porque expor a AIDS é expor o homossexualismo. Porque expor a pederastia é expor o homossexualismo.


Para quem não gosta da verdade, as campanhas contra a homofobia e contra a Aidsfobia são a solução perfeita — perfeita, é claro, para proteger o homossexualismo.


Quem aí se dispõe a lançar uma campanha contra a verdadefobia?


Fonte: www.juliosevero.com.br