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domingo, maio 15, 2011

Homofobia: Estatísticas Falaciosas



Minha posição conta o PL 122 é totalmente contrária, não em função de qualquer argumento religioso, mas por razões que vão muito além disso.

Trata-se da criação de uma casta intocável. As estatísticas do Movimento Gay sobre violência são falaciosas. Apenas 1% das milhares de mortes violentas no Brasil são relacionadas a homossexuais.

E os outros 99%, que merecem tanto ou mais atenção, em função da quantidade?

O fato é que quando a polícia identifica uma morte violenta de homossexual esta vai, imediatamente, para as estatísticas, porque dá IBOPE, enquanto as mortes dos outros 99% passam despercebidas.

A lei da homofobia cria uma casta de privilegiados intocáveis e associar-se o preconceito, que é uma situação a ser combatida, ao crime de racismo é uma aberração.

O Sr Luiz Mott, o líder homossexual que gerou e está na condução de toda essa movimentação, é um estratégico e a sociedade brasileira está caindo na onda dele. Leiam o Blog de Julio Severo para saber quem é esse homem. Lá, você vai encontrar que ele, praticamente, se declara um pedófilo e que depois do PL 122 lutará, estrategicamente, para descriminalizar no Brasil o crime de pedofilia. Julio Severo mostrou isso com documentos. Acessem o Blog e leiam. São palavras dele mesmo, que devia estar na prisão e não sendo homenageado em programas de televisão como o do Jô Soares, outro propagandista da causa gay.

Sou, absolutamente, contra a violência a homossexuais, mas absolutamente contra essa lei e contra o Kitgay do MEC, pois ao mesmo tempo que respeito a liberdade sexual não posso concordar com o incentivo à prática homossexual dos nossos jovens nas escolas públicas.

Se assim for tenho que parafrasear o que, supostamente, Bertrand Russell, teria afirmado: Na minha infância, era proibido, na juventude tolerado, vou embora da Inglaterra (Brasil) antes que seja obrigatório.

quinta-feira, abril 14, 2011

Homofobia Não, Incentivo Também Não!


O debate sobre homofobia, realmente, está passando dos limites, conforme, brilhantemente, mostrou Beto Fera em seu Blog.

Eu teria pouco a acrescentar, mas vou mesmo assim, discutir mais alguns aspectos desse tema que nas últimas semana tem dominado a mídia.

Eu começaria explicitando o significado do termo normal: Aquilo que é segundo a norma ou padrão. Ou seja, infelizmente, o termo anormal foi, indevidamente, tornado pejorativo devido ao uso para estados mentais, escapando do seu sentido exato.

Portanto, dizer-se que o homossexualismo é uma coisa normal, porque a mídia quer, não faz sentido e não faz jus à etimologia e ao significado da palavra e isso não tem nenhuma relação com homofobia. Hoje, com os meios de comunicação, inteiramente, percolados por homossexuais, quer se passar, pela goela, a ideia de que esse é um comportamento normal. Não é, mesmo com o empenho do Jô Soares e Cia.

Embora, já seja um clichê, nunca é demais afirmar que o que deve ser debatido é o homossexualismo, não o homossexual, assim como no caso das drogas o que deve ser debatido é o uso, não o usuário.

Nesse debate existem fatos realmente surrealistas, como denominar a parada gay, de Parada do Orgulho Gay. Orgulho de quê? Só posso entender como um desabafo contra as agressões imorais e descabidas sofridas pelos gays. Outro motivo não existiria para considerar um orgulho, ser gay.

Acho que é preciso afastar um pouco a hipocrisia. Nenhum pai ou mãe, com o filho ainda na barriga da mãe, exprimiria seu orgulho prévio na eventualidade de seu filho vir a ser gay. Se vier a ser, é claro que isso não deve afetar o amor. Mas orgulho?

Estamos vivendo uma intensa ditadura do politicamente correto, na qual fica viva a frase, supostamente, atribuída a Bertrand Russell sobre o crescimento do homossexualismo: Quando eu era criança era proibido, quando adolescente permitido, vou embora da Inglaterra antes que se torne obrigatório.

O recentes estudos para um Kit anti-homofobia comprovam que em vez de combater a homofobia, parece que o Ministério da Educação pretende entrar na onda da mídia e incentivar o homossexualismo.

Portanto, assim como Beto Fera "não aguento mais esse papo de homofobia"