Mostrando postagens com marcador Jesus Historico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jesus Historico. Mostrar todas as postagens

terça-feira, setembro 05, 2017

quarta-feira, setembro 02, 2015

Adeus aos Olavetes


Recentemente me filiei à rede TheRealTalk, uma iniciativa de Olavo de Carvalho e seu grupo.

Não sou discípulo de Olavo ou “Olavete” como alguns denominam o séquito de admiradores que se curvam em adoração ao, autodenominado filósofo, Olavo de Carvalho. 
Não nego que algumas ideias do Olavo me agradam e exatamente por elas embarquei nesta aventura, mas não concordo com muitas coisas que ele propaga, em especial sua intelectualmente suspeita adesão a um catolicismo fundamentalista, depois de uma história com astrologia, esoterismo e até misticismo islâmico. Possivelmente, essa conveniente conversão tenha a ver com se situar sobre o tecido de um segmento cultural religioso mais adequado a propiciar um sectarismo em torno de suas ideias. 

Eu apenas procurava a rede nova como uma alternativa para o Facebook, onde o terreno é recheado de abobrinhas que torna impossível a sustentação de qualquer debate sério.

Já estou na nova rede por 15 dias e ela apresenta os mesmos tipos de problemas do Facebook, o que não é de se espantar, pois é um aglomerado virtual dos mesmos seres humanos que habitam o Facebook. Então, é claro, logo se percebem os "desmascaradores", os vigilantes macartistas, os donos da verdade, mas existe uma espécie nova; os discípulos de Olavo, que batem palma para tudo que seu mestre publica sem contestação ou análise.

Tentei me colocar distante das “verdades” cristãs e minhas postagens se concentraram mais na política e história, onde abordei, preferencialmente, o problema da ameaça mundial islâmica e logrei até ter um comentário e uma curtida do próprio Olavo de Carvalho.

Para conhecer Olavo procurei ler suas obras de cunho filosófico, em especial Jardim das Aflições, Aristóteles em Nova Perspectiva e a Nova Ordem Mundial, cujas resenhas produzi e publiquei na Amazon. Respeito Olavo e sua vasta cultura, mas me reservo o direito de não ser discípulo cego.

Acontece, que começa a me aborrecer a enxurrada de postagens religiosas enaltecendo A ou B ou C da doutrina católica e criticando o Papa Francisco, por sua aparente adesão à agenda 21 e outras decisões, o que por acaso me parece até algo a ser considerado, principalmente quando a grande mídia começa a endeusá-lo. Também incomoda o fato de a maioria dos “olavetes”, pelo menos os tradicionais, seguir estritamente a tática do mestre de trocar argumentação por palavrões e grosserias e ataques ad-hominem. Então, na linha do tempo do TheRealTalk proliferam expressões como “vai tomar no cu” e outras similares.

A gota d’água que encheu meu copo foi uma postagem de um fã de Olavo com um vídeo do próprio Olavo criticando supostamente ateístas e as pesquisas sobre Jesus Histórico. As análises do Olavo para criticar os estudos do Jesus Histórico, que na sua maioria são estudos filológicos e históricos profundos realizados por judeus, ex-cristãos ou até mesmo cristãos praticantes, e não necessariamente por ateístas, são de um primitivismo e uma superficialidade que irrita e ofende a inteligência. Mas, obviamente, elas recebem o aplauso e a adoração intelectual de toda a sua trupe de seguidores. Eu já havia visto um outro vídeo do Olavo em que ele se referia aos ateístas e agnósticos como criminosos imputando-lhes os crimes do comunismo como se fossem deles, perpetrando um descarado sofisma. Foi nesse momento que a
té pensei que poderia ser excluído, pois nos comentários manifestei minha independência em relação ao mestre frente a este tema. Mas, como o comentário não foi em uma postagem do próprio, acho que passou batido.

Não vou sair, pois encontrei pessoas com quem realmente vale a pena interagir, mas não vou participar tanto como vinha fazendo diariamente, até mais do que no meu Facebook. Pensei que encontraria um ambiente em que obteria novas informações, debates profícuos e referências bibliográficas e percebo que o espaço apesar de servir bem a este propósito também está contribuindo para aumentar meu conhecimento de palavrões e novas expressões chulas para descrever o momento brasileiro atual. Vou me manter orbitando como alguns que, como eu, não são inteiramente conectados a tudo que o Olavo escreve e doutrina, trocando ideias com pessoas que, sei não são poucas na rede, também passam ao largo das discussões religiosas, tanto quanto possível.

Adeus Olavetes! Estou por aqui, mas na minha!

segunda-feira, novembro 07, 2011

Grupo Jesus Histórico: 10 Anos

No próximo dia 7 de dezembro se completam dez anos da inauguração do Grupo Jesus Histórico no YahooGroups . Desde então cerca de 500 pessoas já passaram por lá e cerca de 120 ainda continuam discutindo esse instigante tema.

Durante os anos de 2010 e 2011 a atividade decresceu bastante em virtude de problemas circunstâncias envolvendo o moderador e organizador da Lista.

Nesse momento, a Lista está tentando voltar aos tempos áureos de atividade de 2006-2009 e para isso está promovendo sorteios de livros sobre o tema objeto das discussões e debates.

Se você se interessa por este tema, acesse agora mesmo a Lista e solicite seu ingresso.
Quem foi Jesus? O que realmente disse? Que atos realizou? O que pretendia? Existe um Jesus Histórico? A Lista tem como objetivo debater o Jesus Histórico, aquele Jesus, homem ou mito, que podemos resgatar, retomar ou reconstruir, utilizando os instrumentos da moderna pesquisa histórica. Como documentos recentes, tais como os manuscritos encontrados em cavernas às margens do Mar Morto ou próximo à vila de Nag Hammadi, no alto Nilo, reformularam nosso entendimento deste personagem? Este Jesus Histórico será construído sem apelo à fé e será, com certeza,um produto científico que poderá ou não coincidir com o Jesus de Nazaré apresentado nos evangelhos.
Somos um grupo com regras bem definidas que você pode acessar clicando aqui, mesmo antes de se inscrever no grupo.

Esperamos você lá.

segunda-feira, maio 17, 2010

Coisas do Twitter


O Twitter vem se tornando um mundo a parte dentro deste enorme ambiente virtual que é a Internet.

Aproximadamente 10 meses atrás ao fazer uma reclamação velada sobre proselitismo religioso de uma usuária que eu seguia e reciprocamente me seguia eu tive minha conta bloqueada por essa usuária.

Num primeiro momento fiquei surpreso, pois não tinha tido qualquer atitude desrespeitosa apenas expressara uma opinião. Considero o bloqueio de contas uma atitude drástica que deve ser usada em casos extremos de ataques graves ou Spam, principalmente, os de cunho pornográfico.

Procurei me explicar e encontrando no Blog da usuária um endereço para contatos enviei um email desculpando-me por algum eventual mal entendido ao mesmo tempo que solicitava uma reconsideração do bloqueio oferecendo à usuária a simples e óbvia opção de não mais me seguir.

A reação foi igualmente surpreendente, tendo a usuária solicitado que eu não mais a importunasse por email. Em vista disso, me recolhi e procurei esquecer o ocorrido.

Qual não foi minha surpresa, quando recentemente, passados quase 10 meses do fato, fui desbloqueado e dias depois seguido pela mesma usuária.

Na minha estupefação imaginei duas opções possíveis para ela ter voltado a me seguir no Twitter a despeito da anterior reação violenta em face de uma divergência de opiniões.

A primeira hipótese poderia estar ligada a uma possível reflexão sobre valores cristãos que normalmente são pregados mas não vividos. A usuária tinha resolvido me perdoar. A segunda hipótese, menos abonadora, é que ela tenha se esquecido de meu nome de usuário/avatar e desavisadamente tenha apreciado algum "post" meu e voltado a me seguir sem se dar conta de quem sou eu.

Como pretendo divulgar esse texto no próprio Twitter, esperando que ele seja lido pela usuária em questão, cujo nome não vou divulgar por uma questão ética, tenho agora a oportunidade de receber respostas a algumas das indagações acima bem como esclarecer alguns pontos que estavam no cerne do meu comentário que causou tudo isto. Ela se desejar poderá responder aqui mesmo, nos comentários, ou, se preferir não se expor, enviar-me resposta pelas inúmeras formas de contato existentes no site MPHP.

Minha crítica não é sobre as pessoas cristãs, nem poderia, pois vivo numa família em que o cristianismo é cultuado, mas sobre o obscurantismo de algumas seitas que iludem as pessoas sobre um grande mito. Sobre isso, me revisto da autoridade conferida por mais de 15 anos de pesquisa séria sobre o cristianismo e suas figuras principais. Sigo a esteira, sem jamais pretender me igualar, dos inúmeros estudiosos que nos últimos 200 anos desvendaram muito do que se convencionou chamar de estudo do Jesus Histórico.

Esses estudo não são feitos tomando como base traduções de péssimo nível, como a mais utilizada no Brasil pelas igrejas protestante de João ferreira de Almeida, mas nos originais gregos, hebraicos e coptas de inúmeros documentos do NT e também de apócrifos de grande valor como os de Nag Hammadi e do Mar Morto.

O estudo sistemático do cristianismo antigo já alcançou inúmeras conclusões que infelizmente não chegam ao grande público ainda mais em um país como o Brasil, quer pela pouca demanda, quer pelo lobby cristão.

Resumindo duas das grandes conclusões podemos afirmar que os Evangelhos não representam exatamente o que um personagem de nome Jesus de Nazaré disse e realizou e ao contrário da crença popular difundida, não foram escritos pelas pessoas cujos nomes ostentam em seus títulos, os quais também contrariamente à crença difundida nem sequer foram testemunhas oculares dos fatos narrados. Se Jesus retornasse hoje, classificaria como heresia muito do que se diz que ele falou e realizou. Assim como inúmeros pseudo profetas daquela época Jesus pretendia, como judeu que era, libertar o povo judeu do jugo romano e jamais desejou criar uma nova religião.

Jesus acreditava ser a figura profetizada na Bíblia Hebraica que realizaria todas essas coisas. Ele não era um militarista e não construiu um exército para lutar com os Romanos, uma vez que acreditava que Deus realizaria o grande milagre de quebrar o poder de Roma. O milagre teria lugar no Monte das Oliveiras, tal como profetizado no livro de Zacarias. Quando este milagre não aconteceu, sua missão falhou. Ele não tinha intenção de ser crucificado como um ser divino e teria encarado esta idéia como pagã e idólatra, um pecado contra o primeiro dos dez mandamentos.

Outra grande conclusão é que a redação dos evangelhos visou privilegiar os interesses de grupos dos movimentos cristãos primitivos orientados para a criação de uma nova fé que foi consolidada com a conversão do Imperador Romano Constantino, no séc IV. Um fato que desempenhou um enorme papel na consolidação dessa nova religião foi a instituição da ressurreição de Cristo, que praticamente fez ressurgir um movimento que com o desaparecimento do Messias já encontrava seu ocaso.

Segundo Gerd Luedemann, um dos maiores teólogos alemães modernos, cujas pesquisas o levaram a abandonar o cristianismo, a ressurreição não pode jamais ser interpretada no sentido literal.

É importante notar que a quase totalidade dessas pesquisas foram e são levadas a efeito por cristãos que algumas vezes, mas não em todas, abandonam o cristianismo após suas descobertas dando peso à afirmação dos próprios evangelhos de que "conhecereis a verdade e ela vos libertará".

Como fruto dos meus próprio estudos nos últimos 15 anos, eu tenho a plena convicção de que o cristianismo é o maior mito da civilização ocidental e essa constatação, ao contrário do que pregam as Igrejas evangélicas, nunca me trouxe qualquer mal, apenas felicidade de estar livre de um grande fardo atávico impregnado em nossas mentes, desde tenra idade, por essa sociedade predominantemente teísta.

Não combato os cristãos, apenas me angustio com suas ilusões e luto dentro dos meus recursos de forma veemente contra as seitas que exploram a credulidade das camadas menos instruídas da população, perpetrando diuturnamente um crime constantemente ignorado pelas nossas autoridades em parte pelo medo de serem acusadas de perseguição religiosa.

Evito inclusive discutir com cristãos que apenas se baseiam nas traduções a que me referi, enquanto trago uma bagagem de muitos anos em estudos em fontes primárias e secundárias de elevada erudição. Jamais perderia meu tempo discutindo com um cristão, cuja fonte de informação é apenas a Bíblia, sobre o que Jesus realmente disse em contrapartida ao que colocaram como palavras suas para servir aos propósitos da criação do cristianismo.

Para finalizar, tenho a plena convicção que o Deus Pai do cristianismo, que atende pedidos e olha por nós é a maior das invenções humanas, fruto da necessidade da nossa espécie de encontrar uma justificativa para a própria existência. A maioria tributa esse papel aos deuses desde os fenômenos da natureza em tempo pré-históricos até as entidades divinas modernas, outros em menor número, mas crescentes, atribuem esse papel ao próprio universo.


segunda-feira, abril 05, 2010

O Criador de Mitos (Mythmaker)



Sempre me pergunto qual a razão pela qual um mito, nitidamente criado pelos cristãos primitivos, veio a se tornar numa religião que influenciou e ainda influencia todo o mundo ocidental por mais de 2000 anos.

Só a ignorância e a falta de cultura e preparo necessário para permitir o acesso e entendimento das fontes históricas pode explicar esse fato.

Deter-nos apenas no Novo Testamento, que contém o cerne da religião cristã, é suficiente para provar que todas essa história não passa de um grande invenção criada através de interpretações equivocadas e traduções piores ainda, daquilo que um personagem obscuro, como muitos outros naquela época, pregou e realizou.

Se Jesus Cristo, uma figura messiânica na acepção da religião judia de então, aparecesse ressuscitado e percebesse tudo que se disse que ele falou e realizou, ele certamente condenaria a maior parte como heresia.

Jesus e seus seguidores não tinham nenhuma intenção de fundar uma nova religião. Ele se considerava como o Messias da tradição judaica no sentido intrínseco do termo. i.e., um líder humano que restauraria a monarquia judaica, expulsaria os invasores romanos, estabeleceria um estado independente judeu e inauguraria uma nova era de paz, justiça e prosperidade. (conhecida como o Reino de Deus) para todo o mundo.

Jesus acreditava ser a figura profetizada na Bíblia Hebraica que realizaria todas essas coisas. Ele não era um militarista e não construiu um exército para lutar com os Romanos, uma vez que acreditava que Deus realizaria o grande milagre de quebrar o poder de Roma. O milagre teria lugar no Monte das Oliveiras, tal como profetizado no livro de Zacarias. Quando este milagre não aconteceu, sua missão falhou. Ele não tinha intenção de ser crucificado como um ser divino e teria encarado esta idéia como pagã e idólatra, um pecado contra o primeiro dos dez mandamentos.

Essa idéias estão brilhantemente expostas no magnífico livro de Hyam Maccoby, "The Mytmaker - Paul and the invention of Christianity, sobre o qual em breve publicaremos uma resenha na MPHP.

No livro Naccoby explica porque Paulo e não Jesus foi o verdadeiro criador do cristianismo. Mostra a verdadeira face de Paulo diferente daquela apregoada no Novo Testamento por ele próprio e por seu pupilo, o autor do Evangelho denominado como de Lucas.Vale a pena ler. Um pouco disso já mostramos em Paulo, O Apóstolo Virtual.

Para aqueles que tem a capacidade de penetrar nos estudo históricos da formação do cristianismo fica a angústia de ter a certeza de que bilhões de pessoas são iludidas por um dos maiores mitos da história da humanidade.


domingo, agosto 10, 2008

Jesus e a Resistência Judia


Já estão disponíveis as três partes da tradução do artigo de Hyam Maccoby, "Jesus e a Resistência Judia".

Uma versão interessante e única para os eventos que antecederam a prisão, julgamento e crucificação de Jesus por uma dos maiores especialistas em judaísmo antigo da atualidade.

Acesse a primeira parte na seção Jesus Histórico da MPHP.

segunda-feira, abril 07, 2008

Ensaio sobre Tiago

Tiago,O Justo, denominado nos evangelhos como o irmão de Jesus é uma figura que embora tenha sido importante na Igreja primitiva, para alguns o primeiro Papa, foi ofuscado pela adoção posterior, pela Igreja, de uma cristianismo paulino.

Este ensaio, em duas partes, tenta resgatar os dados "históricos" de Tiago com a finalidade de ser expandido, posteriormente, para publicação em livro.

As duas partes já foram publicadas e estão disponíveis na MPHP para todos que se interessam pelo tema Jesus Histórico, sem apelo à fé.

O link é o que segue abaixo:

MPHP - Seção Jesus Histórico

segunda-feira, março 26, 2007

O Sepulcro Esquecido de Jesus

O mundo acadêmico cristão está agitado com um novo filme documentário do Canal Discovery (obviamente com um livro relacionado) do diretor Simcha Jacobovici e com produção de James Cameron que alega haver sido feita a identificação da tumba de Jesus e sua família em um subúrbio de Jesusalém denominado Talpiot.

Na realidade a tumba em si não é uma novidade; foi excavada em 1980 e publicada por Amos Kloner um arqueólogo israelense. O que é novo é a alegação surpreendente de que a tumba pertença a família de Jesus.

Cameron e Jacobovici não são especialistas e por isso mesmo se cercam de uma boa quantidade deles para suportar suas idéias igualmente rejeitadas por outro bom punhado de especialistas, incluindo o próprio Kloner.

Para maiores detalhes acessem o excelente blog do Airton Jose:

Observatório Bíblico: O Sepulcro Esquecido de Jesus: o filme

Acesse também discussão no Fórum da MPHP

terça-feira, janeiro 09, 2007

NOVA FASE DO GRUPO JESUSHISTORICO



O Grupo JesusHistorico entra em 2007 em uma nova fase de seu desenvolvimento rumo a firmar-se como a grande referência na internet brasileira e de lingua portuguesa sobre o estudo do tema Jesus Histórico.

As mudanças levadas a efeito, que incluem um Plano de Discussões conduzidas por responsáveis com experiência nos temas discutidos, vão desembocar nas conclusões a serem posteriormente publicadas e em futuras programações de eventos/seminários nacionais e internacionais sobre o tema.

Entrar para a Lista JesusHistorico não é mais uma questão de buscá-la no Google, mesmo porque seus arquivos deixaram de ser públicos e não são mais indexáveis pelos mecanismos de busca.

Agora, para entrar para a JesusHistorico, é necessário expor seu interesse e "background" no assunto o que não que dizer que leigos não poderão participar das discussões. Todos são bem-vindos, desde que se submetam às novas regras de acesso que passa pelo preenchimento de um formulário simples de apresentação.

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Silêncio Sobre Jesus na História

Desde a montagem do artigo 2000 Anos do Mito Cristão que abordei a tese do estudioso americano Earl Doherty denominada por ele de "Conspiração do Silêncio".

Recentemente, descobri um artigo escrito por Lee Salisbury que foi traduzido para o Ateus do Brasil por Fernando Silva e que apresenta estas mesmas idéias de uma maneira simples e clara mostrando como a história silencia sobre Jesus de uma forma desconcertante.

Leia o artigo Jesus: O Incômodo Silêncio da História na MPHP.